
O Facebook não se importa com o Google+. É isso o que disse Sean Ryan, diretor de parceria de jogos da empresa, em uma entrevista ao site Gamasutra.
Ryan afirmou, em um evento na sede da empresa, na Califórnia, que os funcionários do Facebook “não passam o tempo inteiro se preocupando com o Google. Nós nos preocupamos conosco”.
Ele não acredita que a plataforma de jogos do Google+, lançada na semana passada, seja uma real ameaça ao Facebook, e não acha que os desenvolvedores deixarão de trabalhar com o Facebook em favor do concorrente. “Eles vão atrás de onde acham que vão ganhar dinheiro”, afirma. E, apesar do Facebook ficar com 30% dos lucros dos desenvolvedores com os jogos, enquanto o Google fica com apenas 5%, Ryan afirmou que o concorrente continua pagando menos porque “não tem usuários”.
Ou seja, para o funcionário do Facebook, apesar da plataforma do Google parecer mais atrativa por cobrar menos dos desenvolvedores, a diferença da base de usuários deve ser considerada na hora de definir qual dos dois pode ser mais lucrativo.
Fonte: Olhar Digital.
Além disso, Ryan também criticou a iniciativa do Google de passar a investir em produtoras de jogos sociais. “Nós não somos investidores da Zynga como o Google é. Nós somos uma plataforma aberta”, afirmou, adicionando depois que o Facebook “não favorece um ou outro desenvolvedor. Não estamos aqui para ajudar no crescimento de produtoras específicas.”
Para Ryan, o Google criou uma plataforma similar, e que, agora, basta ao Facebook ser melhor para continuar em vantagem. “Precisamos ser uma plataforma ótima e, no fim do dia, as pessoas vão atrás do que acham que é mais interessante”, disse.
São Paulo vai ganhar o museu sobre jogos eletrônicos com o maior acervo de consoles diferentes do mundo. Serão exibidos 200 tipos de aparelhos no espaço, que será criado pela Acigames (Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games).
Segundo Moacyr Alves Jr., presidente da Acigames, o museu terá o nome do fundador do Canal 03, o clube de colecionadores de games brasileiro, Norian Munhoz Jr., que morreu aos 37 anos no ano passado vítima de um câncer no rim.
A iniciativa é inspirada no Museu dos Games da França (Musée du Jeu Vidéo) e o projeto Vigamus, da Itália. O acervo da versão brasileira será maior que qualquer coleção do mundo, de acordo com Alves Jr.
Ainda não há um espaço para a exibição das peças, mas segundo Alves já existe uma negociação com o Museu da Casa Brasileira, localizado na avenida Faria Lima, zona oeste de São Paulo.
– Só o que falta agora é achar o espaço.
A Acigames ainda aceita doações de jogos e consoles. Para fazer contato, o doador deve enviar um e-mail para secretaria@acigames.com.br.
Segundo a associação, o objetivo é manter a cultura e a história dos games viva no país.
Fonte: R7