Hoje um dos Motores de Busca que Mais Gosto Está de Aniversário!

Completando seus 13 Anos, o Google, que Começou como só um Motor de Busca, que mais tarde ganhou serviços como o gmail, orkut, google apps dentre outros, que também tem 2 sistemas operacionais: Android, para Dispositivos Moveis, e o Chrome OS, para computadores em geral.
Em 27 de Setembro de 1998, o Google foi fundado por Larry Page e Sergey Brin, muitas vezes apelidados de “Google Guys“, enquanto os dois estavam frequentando a Universidade Stanford como estudantes de doutoramento. Foi fundada como uma empresa privada em 4 de setembro de 1998 e sua oferta pública inicial foi realizada em 19 de agosto de 2004. A missão declarada da empresa desde o início foi “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil” e o slogan da empresa foi inventado pelo engenheiro Paul Buchheit, é “Don’t be evil” em inglês e “Não seja mau” em português. Em 2006, a empresa mudou-se para sua atual sede, em Mountain View, Condado de Santa Clara no estado da Califórnia.
Olá Pessoal!
Estou Aqui Novamente com mais um Programa John’s Show! Desta vez falando sobre o Google Adsense!
Assista!
O Primeiro Programa John Show’s! Neste estou falando sobre a compra da Motorola Mobile pela Google!

Cinco comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, entre os municípios de Iranduba e Novo Airão, a 180 quilômetros de Manaus, vão poder ser vistas até o fim do ano de qualquer lugar do mundo pelo Google Street View, segundo o governo do Amazonas.
O Street View é uma ferramenta do Google que permite explorar lugares por meio de imagens em 360 graus no nível do solo. Nesta quarta-feira (17), a equipe do Google estará na reserva para gravar as imagens.
O serviço foi lançado em 2010 no Brasil, com cobertura de 51 cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e municípios históricos de Minas Gerais. Foram 150 mil quilômetros percorridos em um ano e milhões de fotos processadas para reproduzir virtualmente os municípios, que podem ajudar os internautas a conhecer rotas, encontrar lojas e bares ou simplesmente fazer turismo com mouse e teclado.
Do lado polêmico, porém, estão dezenas de pessoas que já processaram o Google em outros países por causa do serviço, alegando invasão de privacidade. Autoridades inglesas, por exemplo, obrigaram o Google a retirar a visualização das construções militares da ferramenta.
Fonte: G1.

São Paulo – A guerra entre o Facebook e a Google+ pela atenção dos usuários continua acirrada. Um vídeo publicado ontem no YouTube por um funcionário do Google mostra como o Facebook bloqueia a publicação de links que levariam seu cliente à rede social do Google.
O vídeo (veja abaixo) mostra, por meio de duas contas diferentes abertas simultaneamente, como uma atualização comum é compartilhada e como o link para o Google+ é omitido. “Eu me pergunto quão generalizado esse problema está”, perguntou o vice-presidente de negócios sociais do Google, Vic Gundotra, ao compartilhar o vídeo em seu perfil no Google+.
A importação de contatos para expandir a rede de conexões do usuário é um recurso comum na guerra de braços entre Facebook e Google. Inicialmente, o Facebook usava a base de contatos de usuários do Gmail para distribuir convites para seu serviço. O recurso foi bloqueado pelo Google.
Em seguida, foi a vez do Migrakut, app que fazia a importação do álbum de fotos do usuário do Orkut para o Facebook, ser desabilitado pelo Google. Por outro lado, o Facebook nunca permitiu que seus usuários fizessem o download de sua base de contatos, e ainda bloqueou o Friend Exporter, plugin que realizava essa operação.
O vídeo abaixo (em inglês) demonstra o bloqueio do compartilhamento de links para o Google+ no Facebook.
Fonte: Exame.

São Paulo – O Google deixou claro, ao anunciar a compra da Motorola Mobility, nesta segunda-feira, que está de olho nas patentes pertencentes à sua nova aquisição. Larry Page, CEO da companhia, foi claro a respeito: “A aquisição da Motorola vai aumentar nossa competitividade por meio do reforço à carteira de patentes do Google. Isso nos ajudará a proteger melhor o Android de ameaças vindas da Microsoft, Apple e outras companhias.”
Analistas concordam que, de posse da propriedade das invenções da Motorola, o Google fortalecerá o Android, seu sistema operacional para dispositivos móveis, evitando reclamações judiciais e pagamentos de royalties a donos das patentes (a Microsoft, por exemplo). Paira no ar, contudo, uma dúvida: com uma fábrica de celulares e tablets nas mãos, a Motorola Mobility, manterá parcerias com fabricantes como HTC, Sony Ericsson e Samsung, que alimentam seus celulares e tablets com Android? Ou apostará suas fichas no desenvolvimento de aparelhos próprios?
Page fez questão de acalmar os ânimos de parceiros, tentando afastar a segunda hipótese. Afirmou que as duas companhias (Google e Motorola) seguirão independentes. Prevendo a especulação, adiantou declarações positivas dos principais parceiros do Android, que se mostraram otimistas em relação à nova aquisição. É também a visão de Fernando Belfort, analista sênior da consultoria Frost & Sullivan: “O Google não quer aprender a fabricar hardware e nem competir com as fabricantes. O que ele quer é aprimorar seu sistema operacional e, assim, oferecer um produto melhor a seu usuário”, diz.
De fato, as cerca de 17.000 patentes adquiridas pelo Google com a compra da Motorola devem dar ao gigante de buscas uma posição confortável frente à concorrência. Além de facilitar o desenvolvimento de novas ferramentas, que não exigiriam o pagamento de royalties aos donos das tecnologias, a empresa ainda poderia retirar dos parceiros do Android o ônus de pagar direito de propriedade intelectual a outras companhias. Vale lembrar, atualmente o Android está presente em 43% dos smartphones de todo mundo.
Apesar das evidências de que esse é o caminho planejado, não falta quem aponte que o fato de o gigante agora dominar software e hardware levará naturalmente ao desenvolvimento de celulares e tablets Google. E isso criaria uma situação completamente nova: ao invés de parceiro de empresas que usam o Android, o gigante passaria a ser um competidor.
O curioso é que essa hipótese poderia abrir uma brecha para um grande rival do Google: a Microsoft e seu sistema operacional para dispositivos móveis, Windows Mobile Phone. Pressionadas pelo novo competidor, HTC, Sony Ericsson e Samsung poderiam, em tese, abandonar o barco do Android e abraçar o sistema da Microsoft. “Esse seria um ótimo momento para o crescimento de uma terceira plataforma”, diz Bruno Freitas, analista de mercado da IDC Brasil.
Sobre a Microsoft, aliás, circula no mercado de tecnologia o boato de que a empresa criada por Bill Gates alimenta planos semelhantes aos do Google: comprar sua fábrica de dispositivos. Nesse caso, em lugar da Motorola, seria a vez da Nokia, com quem a Microsoft mantém estreito relacionamento, fornecendo o Windows Mobile Phone aos smartphones da companhia finlandesa. Se essa previsão se concretizar em meio à guerra de gigantes, o movimetno do Google pode favorecer o adversário.
Fonte: Exame.

O Facebook não se importa com o Google+. É isso o que disse Sean Ryan, diretor de parceria de jogos da empresa, em uma entrevista ao site Gamasutra.
Ryan afirmou, em um evento na sede da empresa, na Califórnia, que os funcionários do Facebook “não passam o tempo inteiro se preocupando com o Google. Nós nos preocupamos conosco”.
Ele não acredita que a plataforma de jogos do Google+, lançada na semana passada, seja uma real ameaça ao Facebook, e não acha que os desenvolvedores deixarão de trabalhar com o Facebook em favor do concorrente. “Eles vão atrás de onde acham que vão ganhar dinheiro”, afirma. E, apesar do Facebook ficar com 30% dos lucros dos desenvolvedores com os jogos, enquanto o Google fica com apenas 5%, Ryan afirmou que o concorrente continua pagando menos porque “não tem usuários”.
Ou seja, para o funcionário do Facebook, apesar da plataforma do Google parecer mais atrativa por cobrar menos dos desenvolvedores, a diferença da base de usuários deve ser considerada na hora de definir qual dos dois pode ser mais lucrativo.
Fonte: Olhar Digital.
Além disso, Ryan também criticou a iniciativa do Google de passar a investir em produtoras de jogos sociais. “Nós não somos investidores da Zynga como o Google é. Nós somos uma plataforma aberta”, afirmou, adicionando depois que o Facebook “não favorece um ou outro desenvolvedor. Não estamos aqui para ajudar no crescimento de produtoras específicas.”
Para Ryan, o Google criou uma plataforma similar, e que, agora, basta ao Facebook ser melhor para continuar em vantagem. “Precisamos ser uma plataforma ótima e, no fim do dia, as pessoas vão atrás do que acham que é mais interessante”, disse.
O Google anunciou hoje que uma atualização em seu algoritmo entrou em operação no Brasil. Chamado de “Panda“, o update é tido por especialistas em SEO (otimização de sites para buscadores) como uma das mais drásticas mudanças que a empresa já fez em sua forma de classificar páginas publicadas na internet. Portanto, minha gente, todo cuidado é pouco na próxima vez que você publicar um post no seu site.
Disponível nos sites de busca do Google em inglês desde março, o “Panda” só chega agora ao buscador para brasileiros — e a todas as versões localizadas do buscador, com exceção das que utilizam chinês, japonês ou coreano como idioma principal.

Até que um vinho caia bem nessa sexta-feira
As premissas do “Panda” são bastante diferentes daquelas que deram origem às estratégias atuais de SEO. Pela primeira vez, o gigante da web sinalizou que vai dar mais valor para conteúdo que oferece referências praticamente acadêmicas.
Por exemplo, a análise que um enólogo faz de um cabernet sauvignon teria mais valor do que uma rápida descrição das especificidades desse tipo de produto, feita por alguém que não entende profundamente o assunto.
Inicialmente, o Google “Panda” afetava cerca de 12% das buscas consideradas como “notáveis” (resumindo, aquelas que não são de assuntos absolutamente particulares e sem chances de se repetirem). Com o aperfeiçoamento do algoritmo que o buscador utiliza para classificar as páginas da rede em ordem de importância, o impacto do “Panda” nas pesquisas “notáveis” caiu para algo entre 6% e 9%.
Se você possui um site, é altamente recomendável que leia a página do Google com informações sobre textos de qualidade fornecida pela empresa (em inglês).
Se você apenas usa o Google, provavelmente vai perceber um aumento na qualidade dos resultados da empresa. Textos como análises, ensaios e produções intelectuais tendem a se posicionar melhor nas pesquisas (se eu entendi bem toda a documentação disponível por aí a respeito do “Panda”).
Fonte: Tecnoblog
SAN FRANCISCO, 12 Ago 2011 (AFP) -O Google+, a rede social do gigante da internet Google, agregou jogos a seu site, entre eles “Angry Birds”, que causou sensação no mundo, em uma nova tentativa de disputar com o Facebook a primazia na vida online dos usuários.
“Queremos fazer com que os jogos online sejam tão divertidos, e tão significativos, como jogar na vida real”, disse o vice-presidente de engenharia do Google, Vic Gundotra, em um blog.
“Quando alguém estiver pronto para jogar, a página Games (jogos) aguarda”, completou.
Junto com o popular jogo “Angry Birds”, o escopo inicial de ofertas disponíveis no Google+ inclui “Bejeweled Blitz”, “Zynga Poker”, e “Dragon Age Legends”.
Uma versão independente de “Crime City” permite aos membros do Google+ jogar como um chefe do crime.
“É animador nos unir ao Google para levar ‘Crime City’ aos usuários do Google+”, disse Ken Chiu, chefe-executivo da Funzio, uma empresa que desenvolve jogos para redes sociais e telefones celulares. “Estamos ansiosos para lançar mais jogos no Google+ no futuro”.
Uma versão do Facebook de “Crime City” tornou-se muito popular depois de seu lançamento em setembro do ano passado.
Algumas horas depois de o Google+ começar a oferecer jogos, o Facebook promoveu uma série de novas ofertas para jogar online com os amigos.
“Quando alguém joga, agora verá uma corrente separada da atividade de jogo dos amigos, pontuações”, disse na quinta-feira Jared Morgenstern, do Facebook, no blog da rede social.
“A melhor forma de encontrar novos jogos é através de amigos, e agora terão mais oportunidades de ver o que estão jogando”, completou.
Fonte: UOL